MANIFESTO POR UMA PSICOLOGIA ANTIFASCISTA
Palavras-chave:
Risco de Suicídio, Manifesto Antipsicológico, Trabalho, Saúde, Psicologia SocialResumo
Este artigo é efeito de uma tese desenvolvida no âmbito da saúde mental no SUS, por meio de problematizações do trabalho em saúde em sua dimensão clínica nos casos designados como risco de suicídio. Uma pergunta-ferimento - “Por que eu não posso querer morrer?” - provocou o pensamento e produziu um manifesto. Indicamos pistas de como a psicologia tem linhas emaranhadas às lógicas de normalização e como suas reiterações são perigosas ao restringirem a criação das normas. Precisamos estar abertos às análises nos espaços do trabalho em saúde que intensificam tais processos, indicando que quanto mais uma sociedade opera pelas normalizações, mais produz modulações fascistas. Uma psicologia antifascista precisa acompanhar processualidades e espreitar descontinuidades. Criticamos lógicas dualistas e classificatórias apostando na queda da individualização do trabalho em saúde pelo reconhecimento de um ofício, produzindo problematizações.
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