HUMAN RIGHTS, RECOVERY, AND PERSON-CENTERED CAREIN MENTAL HEALTH: EXPERIENCES WITH HEARING VOICESGROUPS AND OPEN DIALOGUE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26823/08xwr403

Palavras-chave:

Mental Health Services; Human Rights; Psychosocial Care Center; Anti-asylum Movement

Resumo

The Recovery paradigm and person-centered care have gained prominence in contemporary discussions about mental health by proposing care approaches guided by autonomy, social participation, and recognition of people experiencing psychological distress as subjects of rights. This article aims to discuss the relationships between human rights, recovery, and person-centered care in the mental health field, presenting Hearing Voices Groups and Open Dialogue as examples of practices committed to these principles. This is a theoretical-reflective article, grounded in national and international literature and in the discussion of Brazilian experiences. The analyzed experiences indicate possibilities for building care approaches less centered on medicalization and the exclusive authority of professionals, valuing lived experience, dialogue, social networks, and shared construction of care.

Biografia do Autor

  • Clarissa Mendonça Corradi-Webster, Universidade de São Paulo

    Departamento de Psicologia Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo, Brasil

     

    Professora Doutora Departamento de Psicologia/FFCRP/USP

    Mestre em Saúde na Comunidade - FMRP - USP Doutora em Psicologia - FFCLRP - USP

  • Thiago Magela Ramos , Universidade Federal de São João Del Rei

    -

  • Ramiz Candeloro Pedroso de Moraes , Universidade de São Paulo

    -

  • Priscilla Regina Cordeiro, Universidade Federal de São Paulo

    -

Referências

Anastácio, C. C., & Furtado, J. P. (2013). Reabilitação psicossocial e recovery: conceitos e influências nos serviços oferecidos pelo sistema de saúde mental. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, 4(9), 72–83.https://doi.org/10.5007/cbsm.v4i9.68691

Baker, P. (2019). A voz interior: Um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes (A. Pimentel, N. Malcher & P. Seabra, Orgs.; R. da C. Moura, Trad.; 1a ed.). Belém, PA: UFPA/IFCHQ/PPGP/NUFEN.

Bøe, T. D., Topor, A., & Ness, O. (2026). Taking mental health practices into social realities: A trialogue between Open Dialogue, recovery capital and Power Threat Meaning Framework. Journal of Constructivist Psychology. Advance online publication.https://doi.org/10.1080/10720537.2026.2643336

Corradi-Webster, C. M., Santos, M. V., & Leão, E. A. (2017). Construindo novos sentidos e posicionamentos em saúde mental: Grupo de Ouvidores de Vozes. In E. F. Rasera, K. Taverniers, & O. Vilches-Álvarez (Orgs.), Construccionismo social en acción: Prácticas inspiradoras en diferentes contextos (Vol. 1, pp. 167–193). Taos Institute Publications.https://repositorio.usp.br/item/002925130

Corradi-Webster, C. L., Leão, E. A., & Rufato, L. S. (2018). Colaborando na trajetória de superação em saúde mental: Grupo de ouvidores de vozes. Nova Perspectiva Sistêmica, 27(61), 22–34.https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-78412018000200003

Corradi-Webster, C. M., Rodríguez, A. F., Guilger-Primos, C. P., Silva, I. C., Rufato, L. S., Candeloro, N. S. V., & Coutinho, P. J. R. (2024). O paradigma do recovery em pesquisas latinoamericanas em saúde mental. In F. C. S. Lemos, M. R. de Moraes Júnior, & E. M. Senhoras (Orgs.), Saúde pública: Temas emergentes (pp. 287–318). Editora IOLE. ISBN 978-65-85212-80-9.

Corradi-Webster, C. M., Candeloro, N. S. V., Coutinho, P. J. R., & Rufato, L. S. (2026). Implementação de grupos de ouvidores de vozes em serviços de saúde mental: Lições da experiência brasileira. In M. Dimenstein & A. C. R. Simoni (Orgs.), Cuidados culturais, saúde mental e atenção psicossocial (Vol. 1, pp. 377–391). Editora Rede Unida. ISBN 978-65-5462-300-1.

Davidson, L., Tondora, J., Miller, R., & O’Connell, M. J. (2015). Person-centered care. In P. W. Corrigan (Ed.), Person-centered care for mental illness: The evolution of adherence and self-determination (pp. 81–102). American Psychological Association.https://doi.org/10.1037/14644-005

Davidson, L. (2016). The recovery movement: Implications for mental health care and enabling people to participate fully in life. Health Affairs, 35(6), 1091–1097.https://doi.org/10.1377/hlthaff.2016.0153

Davidson, L., & González-Ibáñez, À. (2017). La recuperación centrada en la persona y sus implicaciones en salud mental. Revista de la Asociación Española de Neuropsiquiatría, 37(131), 189–205.https://doi.org/10.4321/S0211-57352017000100011

Davidson, L., & Tondora, J. (2022). Person-centred care planning as foundational to clinical practice. World Psychiatry, 21(1), 1–2.https://doi.org/10.1002/wps.20922

Dias, M. J. F. (2017). Open dialogue: Uma experiência no Brasil. Diversitates International Journal, 9(3), 97–110.https://doi.org/10.53357/GFFQ5455

Evans, M. (2023). Peer support services reaching people with schizophrenia: Considerations for research and practice. Springer.https://doi.org/10.1007/978-3-031-29042-8

Fiocruz Brasília. (2025). Mostra de experiências virtual do projeto Nós na Rede: Grupo de Intervenções Sistêmicas – integrando histórias e acolhendo vidas.https://brasilia.fiocruz.br/nosnarede/mostra-de-experiencias/grupo-de-intervencoes-sistemicas-integrando-historias-e-acolhendo-vidas

Florence, A. C., & Yasui, S. (2019). Abordagem Open Dialogue na Finlândia: Entrevista com Jaakko Seikkula. Interface (Botucatu).https://doi.org/10.1590/Interface.180239

Higgs, R. N. (2020). Reconceptualizing psychosis: The hearing voices movement and social approaches to health. Health and Human Rights Journal, 22(1), 133–144.https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7348419/

Kantorski, L. P., & Cardano, M. (2019). O diálogo aberto e os desafios para sua implementação: Análise a partir da revisão da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 24(1), 229–246.https://doi.org/10.1590/1413-81232018241.32232016

Lefurgey, S., Detillieux, S., Shaheen, A., Daigle, P., Nolan, D., & Rudnick, A. (2025). Person-Centered Care: Learning from the Evolution of Mental Health Care. Encyclopedia, 5(1), 29.https://doi.org/10.3390/encyclopedia5010029

Longden, E., Read, J., & Dillon, J. (2017). Assessing the impact and effectiveness of Hearing Voices Network self-help groups. Community Mental Health Journal. Advance online publication.https://doi.org/10.1007/s10597-017-0148-1

Organização Pan-Americana da Saúde. (2022). Orientações sobre serviços comunitários de saúde mental: Promoção de abordagens centradas na pessoa e baseadas em direitos. Organização Pan-Americana da Saúde.https://doi.org/10.37774/9789275726440

Paula, G. de. (2022). Diálogo aberto: O envolvimento da família e amigos no cuidado da saúde mental em Carmo do Cajuru-MG. CONASEMS.https://www.conasems.org.br/brasil_aqui_tem_sus/dialogo-aberto-o-envolvimento-da-familiae-amigos-no-cuidado-da-saude-mental-em-carmo-do-cajuru-mg

Ramos, T. M. &; Figueiredo, R. C. Diálogo Aberto e intervenção na crise psíquica: estudo de caso em um CAPS [dissertação]. São João Del’rei: Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade Federal de São João Del Rei; 2024.https://sig.ufsj.edu.br/sigaa/public/programa/defesas.jsf?lc=pt_BR&id=1616

Ramos T. M., Tibiriçá V. A., Borges S. A. O., Fagundes A. D. &, Coelho E. R. Diálogo Aberto: experiência de implantação no município de Divinópolis (MG) . Bol Inst Saúde. 2025; 26(2): 95-101.https://doi.org/10.52753/bis.v26i2.41926

Rowe, M., & Davidson, L. (2016). Recovering citizenship. Israel Journal of Psychiatry and Related Sciences, 53(1), 14–20.https://doi.org/10.1521/ijpsy.2016.53.1.14

Rufato, L. S., & Corradi-Webster, C. M. (2024). Grupo de ouvidores de vozes: tecendo redes de suporte social em momentos desafiadores. Revista Caderno Pedagógico, 21(9).https://doi.org/10.54033/cadpedv21n9-251

Rufato, L. S., Corradi-Webster, C. M., Reis, G., Bien, C., Davidson, L., Bellamy, C. D., & Costa, M. N. (2023). Strategies for the management of voices shared in a Brazilian hearing voices group. Psychiatric Quarterly, 94(2), 243–254.https://doi.org/10.1007/s11126-023-10032-z

Rufato, L. S., Corradi-Webster, C. M., Sade, R. M. S., Reis, G. C., Bien, C., & Costa, M. N. (2021). Suporte de pares em saúde mental: Grupo de Ouvidores de Vozes. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, 13(36), 156–174.https://periodicos.ufsc.br/index.php/cbsm/article/view/76826

Seikkula, J. (2014). Il dialogo aperto: L’approccio finlandese alle gravi crisi psichiatriche. Giovani Fioriti Editore. ISBN 978-88-95930-86-2

Seikkula, J. (2016). Open dialogues in the present and the future: New developments.http://bit.ly/32HPLGF

Seikkula, J., Alakare, B., & Aaltonen, J. (2023). Diálogos abertos em psicose, parte 2: Uma comparação de casos com resultados bons e ruins. Nova Perspectiva Sistêmica, 32(76), 7–18.https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=9943298

World Health Organization. (2019). QualityRights da OMS: Saúde mental, deficiência e direitos humanos: Treinamento principal QualityRights da OMS: saúde mental e serviços sociais. World Health Organization.https://sites.usp.br/cedihus/treinamento-qualityrights-da-oms/

World Health Organization. (2022). World mental health report: Transforming mental health for all. World Health Organization. ISBN 978-92-4-004933-8.

Publicado

2026-06-03

Como Citar

HUMAN RIGHTS, RECOVERY, AND PERSON-CENTERED CAREIN MENTAL HEALTH: EXPERIENCES WITH HEARING VOICESGROUPS AND OPEN DIALOGUE. (2026). Revista NUFEN: Phenomenology and Interdisciplinarity, 18(01), 1-15. https://doi.org/10.26823/08xwr403

Artigos Semelhantes

1-10 de 93

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.