A participação em movimento das crianças sem terrinha do MST
Coletivização e lutas
Palavras-chave:
Infância, Participação, Movimentos Sociais, Coletivização, LutasResumo
A participação infantil tomada a partir da noção de dar voz às crianças apresenta limitações, especialmente quando se consideram especificidades das experiências de ser criança contextualizadas desde o Sul Global. Ter voz compõe a visão de um sujeito racional e autônomo, como qualidades precípuas de comunicação e relacionalidade nos espaços públicos. No presente artigo questiona-se se é possível conceber a participação infantil para além da noção de voz. A pesquisa foi realizada junto às crianças sem terrinha do MST, em um assentamento rural, e em Encontros do Movimento. O trabalho empírico contou com uma abordagem etnográfica, com a realização de oficinas com as crianças e entrevistas semi-estruturadas com os(as) adultos(as). A participação se faz em movimento, imanente às vivências cotidianas das crianças que vivem neste contexto sócio-político do movimento social.
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