Perspectivas sobre política, relações de gênero e movimentos estudantis sob a percepção de alunas de ensino médio de uma escola pública de Porto Alegre/RS
Resumo
Para falar de política, relações de gênero e movimentos estudantis, é necessário reconhecer que a escola poderia ser o ambiente apropriado para fazer essa interlocução. No entanto, por vezes nota-se uma resistência quando se propõe essa discussão. O presente artigo é resultado de uma pesquisa que buscou analisar como se dá a representatividade de jovens implicadas com o tema e os possíveis movimentos que podem ocorrer dentro do ambiente escolar, tensionados por alunas do ensino médio de uma escola pública de Porto Alegre/RS. Foi realizada análise de similitude com o corpus formado pelas percepções das jovens por meio do software Iramuteq. Os principais resultados apontam que por mais que exista motivação por parte da juventude atual, ainda assim encontram-se entraves no meio do caminho. Estas dificuldades perpassam questões acerca da realidade conservadora brasileira, bem como o modelo educacional proposto pelas escolas atualmente.
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