Gestalt-terapia na Amazônia: reconhecendo as raízes através dos Grupos de Estudos no Norte do Brasil.
DOI:
https://doi.org/10.26823/rnufen.v17i1.26112Keywords:
Gestalt-terapia; Amazônia; Pós-graduação; Grupos de estudo; Psicologia decolonialAbstract
This article presents an investigation into and development of Gestalt therapy in Northern Brazil, with a focus on the formation and performance of study groups, especially in the state of Pará. The research was conducted through a bibliographic review and searches on social media, complemented by narratives from pioneering professionals. The results highlight the relevance of these groups as spaces for continuous education, knowledge exchange, and epistemological resistance, particularly in peripheral contexts. The analysis shows how these collectives strengthen the identity of Amazonian Gestalt therapists and promote clinical practices committed to local realities. It concludes that such groups are fundamental for the consolidation of a Gestalt therapy rooted in the Amazon, integrating theory, practice, and an ethical-political commitment.
Keywords: Gestalt Therapy; Amazon Region; Professional Training; Social Psychology; Epistemology.
References
Alvim, M. B., Boris, G. D. J. B., Melo, A. D. S. & Pimentel, A. S. (2018). Gestalt-terapia. Psicologia Clínica: da Graduação à Pós-graduação.
Andrade, C. C. (Org.). (2025). Pioneiros da Gestalt-terapia no Brasil: histórias e memórias. Summus Editorial.
Arendt, H. (2007). A condição humana (10a ed.). Forense Universitária.
Belmino, M. C. (2021). Revisitando Paul Goodman: Desdobramentos Políticos da Gestalt-terapia.
Belmino, M. C. de B. (2020). Gestalt-terapia e experiência de campo: dos fundamentos à prática clínica. Paco Editorial.
Bispo, N. (2019) Colonização, Quilombos: modos e significações. Editora Nós.
Boccardi, D. (2021). Gestalt-terapia e sociedade: uma perspectiva crítica da clínica contemporânea. Summus Editorial.
Boccardi, D. & Fernandes, P. (2021). A ética da relação e o compromisso social da clínica gestáltica. Revista Gestalt, 24(1), 35-50.
Buber, M. (1987). Sobre comunidade. Editora Perspectiva. Coleção Debates, v. 203.
Branco, P. C. C., & Carpes, C. O. (2017). Produção gestáltica nas bases de dados SciELO e PePSIC: Revisão sistemática. Revista IGT na Rede, 14(26), 72–86.
Brasil. (1980). Decreto nº 84.858, de 1º de julho de 1980. Autoriza o funcionamento do curso de Psicologia da Sociedade Civil Colégio Moderno, no Estado do Pará. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D84858.htm
Campos, G. (2007). Entrevista: histórias da psicologia no Ceará. Psicologia em Estudo, 12(2), 433-437.
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (n.d.). Diretório de Grupos de Pesquisa no Brasil. CNPq. https://dgp.cnpq.br/dgp/
Ferreira, W. N. B. Carta-convite do VI Encontro Norte-Nordeste de Gestalt-terapia, Belém do Pará. Recuperado em 25 de setembro de 2014, de: http://www.viencontronortenordestegt.com.br/p/apresentacao.html.
Frazão, L. A. & Cury, E. P. (2012) Gestalt-terapia no Brasil: História e perspectivas. Summus Editorial.
Gil, A. C. (2019) Como elaborar projetos de pesquisa. (6a ed.). Atlas.
Holanda, A. F. (2009). Gestalt-terapia e Abordagem Gestáltica no Brasil: Análise de Mestrados e Doutorados (1982- 2008).
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2022). Amazônia Legal. https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/estrutura-territorial/15819-amazonia-legal.html
Juliano, J. C. (2007). Gestalt-terapia: Revisitando as Nossas Histórias.
Lakatos, E. M. & Marconi, M. A. (2003). Fundamentos de metodologia científica. (5a ed.). Atlas.
Leite, A. P. M. (2016). Revisão Integrativa da Produção Científica Gestáltica no Brasil entre 2004 e 2014.
Lima, P. V. de A. (2012). A Gestalt Terapia contemporânea e sua inserção no ambiente acadêmico. In A. Pimentel, & J. Santos (Org.). GESTALTENS: Pesquisas em Educação, Saúde e Violências (22a ed, pp. 35-50). Amazônia Edições.
Marshall, C. & Rossman, G. B. (2016). Designing qualitative research (6th ed.). SAGE Publications.
Menezes, S. M. M. de. (2014). De Fritz Perls ao VI Encontro Norte-Nordeste de Gestalt-terapia em Belém do Pará.
Ministério da Educação. (2025). Cadastro Nacional de Cursos e Instituições de Educação Superior - e-MEC. http://emec.mec.gov.br/
Mione, M., Spagnuolo Lobb, M., Francesetti, G. (2010) A assimilação da abordagem gestáltica: entre identidade e pertencimento. Em Spagnuolo Lobb, M., Mione, M., & FRANCESETTI, G. (Orgs.). Gestalt-terapia: a arte do contato (pp. 23-40). Summus Editorial.
Nascimento, L. C. S. (2019). Gestalt-terapeutas do Brasil: Formação e Identidade.
Nunes, G. (2021). Saberes-fazeres decoloniais: Perspectivas para a educação e a psicologia. Editora Fi.
Nunes, G. (2021). Corpos que falam línguas outras: por uma psicologia decolonial. In G. Nunes & A. Bispo (Eds.), Pensamento contracolonial: epistemologias insurgentes do Sul (pp. 25-38). Editora Consequência.
Pimentel, A. (2025). Evidências do pensamento decolonial na literatura científica gestáltica brasileira. Revista Cocar, 34, 1–20.
Pimentel, A. (2003). Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia. São Paulo: Summus Editorial.
Prestrelo, E. T. (2001). A história da Gestalt-Terapia no Brasil: “peles-vermelhas” ou “caras pálidas”? In H. de B. C. Rodrigues, A. M. Jacó-Vilela, & A. C. Cerezzo (Orgs.), Clio-Psyché hoje: fazeres e dizeres psi na história do Brasil (1º ed, Vol. 1, pp. 87–94). Relume Dumará.
Santos, A. B. (2021). A terra dá, a terra quer (p. 37). Editora Nós.
Santos, B. de S. (2010). Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Em B. de S. Santos & M. P. Meneses (Orgs.), Epistemologias do Sul (pp. 31–83). Cortez Editora.
Severino, A. J. (2007). Metodologia do trabalho científico. (23a ed.) Cortez Editora.
Spagnuolo Lobb, M., & Lins, C. (2023). Do agora para o que está por vir na psicoterapia: A Gestalt-terapia recontada na ontemporaneidade (1ª ed.). Artesã Editora.
Suassuna, D. (2008). História da Gestalt-terapia no Brasil contada por seus primeiros autores: um estudo historiográfico no eixo São Paulo-Brasília. [Dissertação de Mestrado em Psicologia]. Universidade Católica de Goiás.
Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Disponível em: https://www.unir.br.
Universidade Federal do Pará (UFPA). (2023). Curso de Psicologia. Disponível em: https://www.ufpa.br.
Universidade Federal de Roraima (UFRR). Disponível em: https://www.ufrr.br.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Revista NUFEN: Phenomenology and Interdisciplinarity

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
