Fatores Associados ao Estresse Ocupacional na Regulação do SAMU 192 em Goiás

Autores

  • Danilo Araújo Guimarães Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Goiânia, Goiás (GO), Brasil https://orcid.org/0000-0002-9135-4220
  • Cejane Oliveira Martins Prudente Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Goiânia, Goiás (GO), Brasil https://orcid.org/0000-0001-6499-3011

Palavras-chave:

estresse ocupacional, serviços médicos de emergência, saúde mental

Resumo

Profissionais da Regulação do SAMU 192 enfrentam riscos de estresse ocupacional, mas os fatores estressores nesse ambiente são pouco explorados. Este estudo transversal analítico analisou o estresse em 85 profissionais de Goiás, por meio de questionário sociodemográfico/laboral e da New Job Stress Scale (NJSS). A regressão linear múltipla identificou fatores associados em quatro domínios: (i) Sobrecarga de Trabalho: graduação médica, Médico Regulador, maior tempo no SAMU, maior intervalo de descanso, turnos diurno/noturno e noturno, menor número de atendimentos e trotes diários; (ii) Conflito de Expectativa de Função: sexo feminino, graduação médica, maior tempo de atuação, Rádio-Operador e Telefonista Auxiliar de Regulação Médica (TARM); (iii) Equilíbrio Trabalho-Vida: graduação não-médica, capacitação inicial, maior idade, maior intervalo de descanso; (iv) Suporte Social: menor idade, graduação médica, maior renda familiar, atividade física, diagnóstico psiquiátrico, Médico Regulador e TARM, turnos diurno/noturno e noturno, capacitação permanente. Os achados demonstram a multifatoriedade do estresse e subsidiam intervenções organizacionais.

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Publicado

2026-04-13

Edição

Seção

Estudo Empírico

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