Trabalho Decente, Volição e Bem-Estar de Trabalhadores Individuais: Evidências da Teoria da Psicologia do Trabalhar

Autores

  • Priscila Castanhassi Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), Campinas, São Paulo (SP), Brasil https://orcid.org/0009-0001-0593-9733
  • Rodolfo Augusto Matteo Ambiel Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), Campinas, São Paulo (SP), Brasil https://orcid.org/0000-0002-3921-8547

Palavras-chave:

Teoria da Psicologia do Trabalhar, trabalho decente, volição, bem-estar, trabalhador individual, empreendedor

Resumo

O objetivo do estudo foi testar parte do modelo da Teoria da Psicologia do Trabalhar, analisando a relação entre volição, trabalho decente e bem-estar de trabalhadores individuais. A pesquisa foi quantitativa com 196 participantes que responderam aos instrumentos Questionário Sociodemográfico, Escala de Volição no Trabalho, Escala do Trabalho Decente, Escala de Satisfação de Vida e Escala de Afetos Positivos e Afetos Negativos. Os resultados apoiam empiricamente o modelo teórico, indicando a volição como preditora da percepção do trabalho decente, que por sua vez é preditor positivo sobre a satisfação com a vida. A Renda Familiar atuou como um preditor negativo para a percepção de Trabalho Decente, na dimensão Tempo Livre, indicando que profissionais com rendas mais altas avaliam negativamente a quantidade de tempo disponível para descanso e lazer. Os achados reforçam a importância de intervenções que fortalecem  volição em contextos de vulnerabilidade e ampliam a compreensão da realidade de trabalhadores individuais.

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Publicado

2026-03-09

Edição

Seção

Estudo Empírico

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